O trabalho é realizado pelo a partir de ciclos contínuos que articulam quatro etapas: Mapeamento, Criação de Laços, Orientação para projeto e Autogestão local e global.
A primeira etapa consiste no mapeamento, por telefone, de grupos e pessoas com perfil artístico e/ou de engajamento em educação nos países que compõem os objetivos do projeto. Atualmente estão conectados Angola-Brasil-Moçambique.
A partir da identificação de lideranças empreendedoras locais são realizados programas via conexão de voz pela internet em que as pessoas apresentam seus trabalhos, suas expectativas e desenvolvem afinidades. Todo o conteúdo é gravado, e registrado através de fotos e vídeos.
Uma vez consolidada a afinidade cultural o projeto começa a debater sobre temas de organização social e produção de conteúdo local e com isso desenvolve uma articulação colaborativa entre os países com vistas ao diálogo para a regulamentação institucinal que represente a coletividade para a reivindicação de um espaço autônomo – hub – que possibilite a livre comunicação e a produção de conteúdos digitais locais e em co-produção. Neste aspecto o projeto tem como inspiração a política federal brasileira de Ponto de Cultura.
Todo o processo visa que a representatividade local e a tolerância frente as diversidades entre as culturas possibilitem um processo de gestão colaborativa e construtiva a partir dos projetos que agreguem valor mutuamente.
A articulação entre os países da rede se desenvolve apoiada no diálogo nterncional com setor público, privado e sociedade civil organizada.










