Nigga B, fala da sua Carreira e dos Projetos Futuros

Ontem dia 29 de Janeiro foi dia de aniversário do mano José o Próprio como esta assim identificado no seu perfil do Facebook, na verdade trata-se do Nigga B nome artístico do mano Natural de Cabinda,e morador hojé no Hoji-Ya-Henda, isto é na Cuca no Municipio mais Populoso de Luanda Cazenga, onde fui ao encontro do Nigga para saber da sua Carreira e dos seus projetos futuros do Nigga que esta a estudar na Visinha República da Namíbia.
Nigga B, canta a já mais de 9 anos, e com certeza ele é também fruto do então programa que foi extinto o Big Show Cidade da Rádio Luanda, que através das oportunidades de Freestyle que o mesmo proporcionava, permitiu com que o mano podece continuar a cantar e a fazer o Hip Hop, Nigga B é assim da mesma Leva do Boy G entre outros, somente para sitar por serem amigos e da mesma Banda ou seja no mesmo Bairro e Municipio.
Esta entrevista foi feita em 2 lugares, na Rua do Nigga B e nos Estudios Por Detraz Daz Koizaz liderado pelo mano Gangster Pick do Grupo já extinto Consciência Activa, o local é pacaramba humilde e tem penso as condições de um Home Studio e eu gostei do local, mas voltando a falar do mano Nigga B que esta já a preparar o seu single que ainda não tem data para a sua colocação no mercado Angolano.
O artista pensa contar com as participações do Boy G, MCK,Pai Ghrande o Poeta entre outros que esta a contactar, visto que o Nigga faz música de intervenção social o tal chamado Underground, baseando-se na sua vivencia na sua comunidade e outras, como também trager a tona a muitas situações socio-politico, cultural e econômico do País, sendo esta uma das formas para contribuir para o bem do País que o viu nascer.
By: Simão Hossi
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Grupo Angolano de Hip Hop Residente atualmente em Londres falam da sua carreira e projetos futuros

Entrevista com o Mano mais Velho dos Makotas a partir de Londres
Publicado em 22/05/2012 por simahoss | Editar

My sisters, my brother & i. My People. Da esquerda a direita: Lady B (Elisabeth), Mr. Nascy (Nascy da Cruz), C. bratt (Claudia da Cruz), & Sbasta (Kambaxi).
Na madrugada do dia 22 de Maio, entrevistei o musico Sbasta Gomes o mano mais velho do quarteto os Makotas que estão a regidir em Londres, por um lado a musica e por outra os Estudos. Um grupo de 4 irmãos da mesma ventre, que com muita responsabilidade fazem a musica a partir da Europa. Sbasta Gomes falou de muitas coisas que tem haver com a sua musica e dos seus sonhos também como Cidadão, preocupado com o seu País que o viu nascer.

Pergunta: Que horas são e como esta o clima ?

Resposta: Ya são 03:43, nessa altura do ano as horas mudam,aki eh sempre a mesma desgraca d clima mano, sempre frio com ceu cinzento malaike, mano ahahahahahahahahahah Angola é melhor, se pudesse trocaria contigo.

Pergunta: O que é estar tanto tempo fora da banda, do Calulu, Kissaka, ou vocês conseguem isto aí ?

Resposta: Apesar de não ter a mesma qualidade, mas conseguimos encontrar tudo isso cá

Pergunta: O que é viver na Europa ?

Resposta: Seria bom um dia viveres na Europa, pra veres com os teus olhos… conhecer um pouco o europeu!!! talves serias como eu, totalmente apaixonado por Africa e os Africanos!!! A Europa não é grande coisa, mano! vivemos cá a 21 anos, e jamais trocaremos isso pela nossa amada Africa!!! afirmou.

Pergunta: A musica fiquei gago é uma historia real,ficaste gago com alguém em especial ?

Resposta: Sim… a Mulher Africana em geral, e a Angolana em particular.
Simão Pascoal Hossi: Me fale também da voz que faz o Corro, e quem fez a produção da musica?

Sbasta Gomes: Coros foram escritos e feitos (cantados) pelo multitalentoso Tony Laf…produção feita pelo multitalentoso Nzuze Utola…musica escrita por nos (Makotas)

Simão Pascoal Hossi: Aquele mercado os recebem bem ? ou seja a vossa musica toca lá ? tem tido muitos espetáculo naquelas paragens ?

Sbasta Gomes: não… já tivemos um tempo em que participavamos em atividades cá, competições etc… já tocamos em radios de nome cá,mas eh super dificel, as grandes companias dominam as radios!!!

Simão Pascoal Hossi: Imagino, mais aí para a musica tocar na Radio eles pagam ?

Sbasta Gomes:Quando estas ligado a uma companhia, sim…mas se fores alguém como que sonha ter suas musicas tocar nas radios escutadas por uma nação inteira, apenas agradeces a Deus por tocarem a tua musica.

Simão Pascoal Hossi: E como esta o Tony Laf?

Sbasta Gomes: Tony Laf xta super… já livre do contrto sufocante com a Sony.esta a gravar novos trabalhos.

Simão Pascoal Hossi:Como vai o seu Projecto Musical ?

Sbasta Gomes: De bom pra melhor, terminou a licenciatura agora!

Simão Pascoal Hossi: Ele tinha assinado com Sony?

Sbasta Gomes: Não, a Sony é que lhe assinou!!! ahahahahahahaahahahaha,depois do show em que ele participou cá.

Simão Pascoal Hossi: Como assim ? Ele esta pra voltar já a Terra mãe ou não ?

Sbasta Gomes: ainda não.

Simão Pascoal Hossi:Voces estão a estudar ou a trabalhar somente ?

Sbasta Gomes: Eu estudo e trabalho, o resto já terminou a faculdade. Uns estão apenas a espera do resultado, e outros já estão em Angola.

Simão Pascoal Hossi: Então estais lá sozinho ? Neste caso como vocês fazem o vosso trabalho separados fisicamente ?

Sbasta Gomes: Não o grupo, apenas uma das manas esta em Angola, eu , a outra menina e outro rapaz estamos cá.

Simão Pascoal Hossi: Voces sois mesmos irmãos ou seja familiares ?

Sbasta Gomes: Sim, filhos do mesmo Pai e da mesma Mae

Simão Pascoal Hossi: Confirmas também serem de Malange?

Sbasta Gomes: Nao, somos de Nambuangongo, Bengo apesar de termos nascido em Luanda, Nambuangongo é a nossa terra. Nascer em Luanda foi um acidente

Simão Pascoal Hossi: Conheço Nambuangongo, sabem do estado que se encontra a vossa Provincia e a localidade de os viu nascer? O que pensam fazer apos estar aqui no País definitivamente ?

Sbasta Gomes: Contribuir de forma positiva pra o reencontro do homem/mulher Angolano/a…Somos um povo perdido, sem identidade, educação.

Simão Pascoal Hossi: Eu pessoalmente conheci Nambuangongo e aquilo esta muito mal pá, vão dedicar uma expecial atenção a esta localidade que os viu nascer ?

Sbasta Gomes: Certamente, a atual condição de Nambuangongo esta ligado a historia da luta de libertacao nacional, pra percebermos o porque da actual condição, teriamos que perceber o papel de Nambuangongo na luta contra os Portugueses. Educação é a chave pra um desenvolvimento sustentável.

Simão Pascoal Hossi: Pensam usar dos vossos conhecimentos e experiencias Europeias para ajudar aquelas Crianças e juventude que esta meio esquecido desta Angola?

Sbasta Gomes: Certamente. Por isso é que eu disse antes que precisas um dia vir pra cá. Viver com o europeu pra conheceres quem eles realmente são, testemunhar com os teus próprios olhos o que eles dizem ao povo dele a nosso respeito,e comparar ao que eles dizem na nossa presença quando estao em Africa!!!

Simão Pascoal Hossi:Quem são os Makotas na realidade ?

Sbasta Gomes: Hahahahahahahahaha….Quatro manos (do mesmo ventre) empenhados na arte de fazer musica, musica pra informar, unir, educar, e estimular a mente Africana em geral… Somos Angolanos, mais propriamente Africanos… Mas acima d tudo, seres humanos.

Simão Pascoal Hossi: A quanto tempo existe os Makotas como um grupo?

Sbasta Gomes: Desde 97… sofreu algumas alterações com o decorrer do tempo, alterações feitas por Deus, nosso pai e Criador.

Simão Pascoal Hossi: Que alterações foram estas feitas por Deus o vosso pai e criador ?

Sbasta Gomes: Alguns membros deixaram o grupo, premitndo o grupo a encontrar-se conforme o Criador idealizou.Nzuze Utola, um primo nosso, e Angelica, uma prima nossa, faziam parte do grupo inicialmente.

Simão Pascoal Hossi: E o que estes fazem agora? Porque é que eles deixaram o grupo real razões ?

Sbasta Gomes:hahahahaahahahaha, a prima Angelica vive em Luanda, mudou-se pra Luanda já a muitos anos. Ja constitui a sua família, o primo Nzuze Utola, continua cá… sempre ligado a musica e é um dos nossos produtores.Saiu do grupo porque decidiu reagrupar os Zona Kidi, o seu grupo de origem e do coração.

Simão Pascoal Hossi: Como vocês caracterizam a vossa musica ? qual a vossa identidade musical?

Sbasta Gomes: Somos categoricamente Hip-Hop. Rap music é o que fazemos.

Simão Pascoal Hossi: Sentem-se satisfeito pelo que fazem? onde é que realmente os Makotas quer chegar com a Musica?

Sbasta Gomes: Fazemos musica por conta própria, se nela não encontrassemos satisfação, creio que não faria sentido gastarmos o que nela gastamos, uma vez q o tempo é irrecuperável. A nossa satisfação é algo que dinheiro não compra, é algo genuino, puro e saudável…Aonde queremos chegar? Lol… Os Makotas são como um peixinho num rio. Eventualmente, todo rio vai ate ao oceano, um corpo inteminavel de água. Esse peixinho não quer ser o tubarão, apenas um peixinho respeitando como os outros peixes no oceano, o oceano é vasto,onde iremos chegar o nosso Criador ja determinou, no momento certo por ele determinado, iremos saber.

Simão Pascoal Hossi: Quais são as suas fontes de espiração?

Sbasta Gomes: Africa, Angola e o mundo,as nossas fontes são diversas desde os músicos Angolanos aos internacionais passado e presente.

Simão Pascoal Hossi: Pensam um dia cantar Kuduro, Semba, Kisomba, Sungura, e outros estilos que carateriza Angola ?

Sbasta Gomes: Pensar não, mas nunca diremos NUNCA!!! O dia de amanha ao Criador pertence!!!

Simão Pascoal Hossi: Voces tem um cantor ou Bande Angolana ou Estrangeira que vocês tiram o chapeu?

Sbasta Gomes: Muitos,seria mentira se eu dissesse que não existe artistas em Angola que nos impressionam, alias, seria estupidez, Angola tem e sempre teve artistas bastante criativos… uma pena existir ainda muitas limitações e Africa ocupar uma posição desfavorecida na arena mundial, abençoados e criativos ou nao, a nossa posição nos impossibilita de mostrar as nossas qualidades ao mundo, pois ele é feito de injustiças.

Simão Pascoal Hossi: Os músicos se preocupam com a sociedade ou a vida politica ?
Sbasta Gomes: Refere-se a nós, ou aos músicos em geral?

Simão Pascoal Hossi: O vosso caso concreto?

Sbasta Gomes: Absolutamente mano, claro que nos preocupamos com a sociedade, as vezes sentimos que nos preocupamos demais, alem de filhos, somos pais, irmãos e tios… como é possível não nos preocuparmos com a sociedade! É nela em que teremos que cuidar e viver com os nossos familiares e amigos, com o povo em geral… Politica é o que determina as nossas vidas na sociedade, é importante que tenhamos conhecimento sobre politica, e principalmente sobre o sistema politico em que supostamente vivemos,se dependesse de nós, politica faria parte do Currículo Nacional, pra que todo cidadão tivesse conhecimento, contrario da falta de conhecimento sobre o sistema que dita as regras do como devemos viver numa determinada sociedade.

Simão Pascoal Hossi: Estais a me dizer que este tema tinha que ser ensinado nas escolas básicas e medias em Angola ou de que forma vocês gostariam ver isto ?

Sbasta Gomes: Sim, penso que devia ser ensinado nas escolas, juntamente com as línguas nacionais e a historia de Africa antes da ivasao Europeia de 1440 (a escravatura).

Simão Pascoal Hossi:
Voces falam a uma lingua nacional ? Se sim Qual ?

Sbasta Gomes: Lamentavelmente, nao falamos… apenas conhecemos algumas palavras na nossa lingua materna. (Kimbundu).

Simão Pascoal Hossi: Quantos CDs tem os Makotas? Quantos Albuns no mercado?
Sbasta Gomes: Um album e um single.

Simão Pascoal Hossi: Qual a avaliação que fazem do álbum venderam mais em Angola ou na Europe?

Sbasta Gomes: em Angola sem duvidas, apenas foi comercializado em Angola.
Simão Pascoal Hossi: Tem a ideia de quantas copias venderam em Angola? ainda tem os discos na casa de musica ?

Sbasta Gomes: Nao tenho a minima ideia, mano, o albul foram directamente as lojas d discos da capital… isso foi em 2000, penso eu
Simão Pascoal Hossi: Para terminar uma mensagem aos seus fãs ou admiradores, e o que estes esperam de vos ?

Sbasta Gomes: Nao deixem nunca de sonhar, escrevem, cantem, dancem, façam teatro e tc… nunca abandonem a arte, dediquem-se cada vez mais… nos faremos o mesmo com a intenção d contribuir pra engradecimento das artes, daremos o nosso melhor pra q um dia gerações vindouras possam apreciar a nossa musica com orgulho de serem Africanos. Paz, amor, saude, respeito, harmonia, uniao, prosperidade e benção ao continente berco, e o nosso maior desejo. na paz do meu, teu e nosso Criador benevolente.

Simão Pascoal Hossi: Muito obrigado pela oportunidade e por me conseder a esta entrevista epor me responder de forma clara e desapaixonado conto com voces nas proximas oportunidade

Sbasta Gomes: Sempre mano, espero ter feito o seu tempo útil, e espero não ter ofendido ninguem, e se assim foi, imensas sinceras desculpas!!!!

Simão Pascoal Hossi: Agradeço a esta prontidão de sua parte,desejo tudo de bom para sí e aos outros integrandes do Grupo

Por Simao Pascoal Hossi

Oradores | TEDxLuanda | 24 de Maio 2012

Oradores | TEDxLuanda | 24 de Maio 2012

Simão Pascoal Hossi

Natural do Huambo, tem 27 anos e um percurso já muito considerável totalmente dedicado a contribuir para melhorar o mundo dos mais frágeis. Especializou-se em Direitos Humanos, Género e Violência e Resolução e Mediação de Conflitos.

Actualmente, coordenador, do tema género e violência contra as mulheres, na AAM, está também envolvido noutros projectos e programas de outras ONG´s. É também responsável por identificar e desenvolver parcerias com agências governamentais e ONG´s, como o governo angolano, líderes comunitários, sociedade civil e organização de direitos humanos, igrejas, escolas e grupos de jovens locais.

Voluntário internacional, após a sua participação no “International Visitor Leadership Program, United We Serve” nos EUA, decidiu criar a sua própria NGO de “Voluntários de Luanda” em Angola.

“Nunca irei abandonar o Voluntariado está no sangue, até morrer”.

Saber mais:
http://simahoss.wordpress.com/

Fórum de ministros da CPLP adopta “Declaração de Luanda”

Luanda – O II fórum de ministros da Administração Interna/Interior da Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP), realizado na sexta-feira, rubricou a “Declaração de Luanda” que, entre outras, recomenda o incremento da cooperação nos domínios da segurança e ordem pública, protecção civil e bombeiros, migração e fronteira, e serviços prisionais e correccionais.
O documento foi rubricado pelos ministros do Interior de Angola, da Guiné-Bissau e de Moçambique, da Administração Interna de Portugal e de Cabo Verde, bem como pelo titular da pasta da Defesa e Segurança de São Tomé e Príncipe. Pelo Brasil assinou o secretário de Estado para a Justiça.
No domínio da segurança e ordem interna, o texto recomenda o aprofundamento da cooperação através da criação de um secretário permanente no Estado que preside o Conselho de Chefes de polícias, reforçar o intercâmbio no quadro da comissão de prevenção de criminalidade e policiamento de proximidade.
Os signatários pedem ainda a criação de serviços ligados a protecção da natureza e meio ambiente nas polícias dos Estados membros, criar unidades especializadas para o atendimento de vítimas de violência doméstica, bem como prosseguir os trabalhos em matéria de prevenção e combate do tráfico e utilização criminosa de armas e explosivos.
Valorizaram a troca de informações, difusão de boas práticas e desenvolvimento de actividades de cooperação nas matérias de grandes eventos, segurança pessoal, aeroportuária e privada, armas e explosivos, prevenção e investigação de infracções fiscais e aduaneiras, protecção de cidadãos em especial situação de vulnerabilidade, tráfico de espécies protegidas e de resíduos e pesca ilegal.
No domínio da protecção civil e bombeiros, os ministros criaram uma plataforma de redução de riscos e desastres na CPLP, e orientaram para o desenvolvimento de estratégias de cooperação multilateral em matérias de protecção, socorro e articulação com a rede de organismos de alterações climáticas da comunidade.
Decidiram ainda aprofundar a cooperação através da melhoria dos mecanismos de funcionamento do Observatório de Fluxos Migratórios, criação de uma comissão de luta contra à imigração ilegal e tráfico de seres humanos, e a troca de oficiais de ligação de migração para o intercâmbio, cooperação e partilha de soluções para os problemas comuns.
Pedem a criação de um conselho de directores dos serviços prisionais/correccionais para o reforço da cooperação nesta área, e decidiram incentivar os estados membros a desenvolver estudos e acções legislativas que permitam a aplicação de medidas alternativas à pena de prisão, como mecanismo de socialização na execução das sanções.
Solicitam a observância de boas práticas, trocas de experiência, informação e conhecimento, com vista a humanização do sistema prisional dos estados membros.

Consideram a prevenção e segurança rodoviárias como matérias de interesse comum dos países da CPLP, razão pela qual decidem desencadear a troca regular de informações para a redução de factores de risco e sinistralidade no espaço da lusofonia, conforme intenção já afirmada na “Declaração de Lisboa”.
Os subscritores decidiram, ainda, que as reuniões de nível ministerial passarão a ocorrer, por princípio, com uma periodicidade bianual, sob a égide do país que preside ao Conselho de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, enquanto os Grupos Técnicos, as Comissões e os Conselhos Especializados deverão reunir anualmente.
Acordaram, por fim, que o próximo fórum de ministros responsáveis pela Administração Interna da CPLP deverá ter lugar em Maputo, capital da República de Moçambique.
Aprovaram as conclusões das reuniões do conselho de chefes de polícia, dos directores dos serviços da Protecção Civil, e dos directores dos serviços de Migração e Fronteiras, que reflectem o progresso da cooperação em matéria de segurança e ordem pública, migração, fronteiras e protecção civil, áreas prioritárias de intervenção conjunta dos países da CPLP, por serem eixos estratégicos para a manutenção da paz e da estabilidade.
Ratificaram também as conclusões do seminário sobre “Policiamento de proximidade, migração legal e protecção civil”, que permitiu a profícua partilha de informações sobre temas específicos destas áreas e que reflectem as principais preocupações e respostas encontradas para as mesmas no quadro da CPLP.
Decidiram ainda incentivar a formação de quadros nos mais diversos domínios para melhorar o desempenho dos efectivos.

Manifestação dos Jovens Revolucionários de Angola do dia 3 de Setembro

Acampamento Lusofono de Direitos Humanos na Cidade da Praia em Cabo Verde 2009

A integração Regional de Angola na SADC,Um Mito ou Uma Realidade

A Fundaçao Open Society Angola em parceria com a Universidade Catolica de Angola, realizam nos dias 09 e 10 de Agosto do corrente ano de 2011, na sala Diamante do Hotel Alvalade em Luanda a conferencia com o tema: A integração Regional de Angola na SADC, mito ou realidade, o objectivo principal da conferencia em promover uma discussão publica entre os participantes e convidados, e estratégica sobre as oportunidades, desafios e constrangimentos da integração regional efetiva de Angola na SADCe seu impacto na vida dos cidadãos membros da SADC e interesses dos Cidadãos Angolanos Esta agendado os seguintes Painéis: Painel I: O Processo da Integração Regional Painel II: Situação Efetiva dos Protocolos da SADC Painel III:Vantagens e oportunidades da Cooperaçao Ragional Painel IV:Proteção dos Direitos Humanos na SADC A conferencia teve como convidados os grandes ilustres e mestres na matéria os seguintes preletores: Vicente Pinto de Andrade, Economista e docente Universitário que abordou o tema: As origens da SADC: dum arranjo politico para uma zona de integração econômica Abel Chivukuvuku, politico e membro do Comité Central da UNITA, que abordou o tema: Convergencia politica com os interesses das populações Ana Celeste Januário,Jurista e membro da Secretaria do Estado dos Direitos Humanos em Angola, na qual abordou o seguinte tema: Angola e os processos da Ratificação dos protocolos Jorge Cardoso, Docente Universitário e membro do Centro de Estudos de Investigação Cientifica-CEIC, que abordou o seguinte tema:Os protocolos econômicos e a sua ratificação por Angola Dr. Alves da Rocha, Docente Universitário, que abordou o tema: A situação Econômica na SADC apos a Crise Financeira Roshnee Narrandes, ativista que abordou o tema: Que papel pode ser desempenhar a economia Sul Africana no processo de Cooperação Regional da SADC Fernando Macedo, ativista e Docente Univesitario, que abordou o tema: Proteção dos Direitos Humanos na SADC, Caso de Angola Leopordo Amaral, ativista de Direitos Humanos, Decente Universitario em Maputo Moçambique, e Membro da Osisa Africa do Sul, que abordou o tema: Proteção dos Direitos Humanos na SADC, caso de Moçambique Patricia Chikodiz, ativista de Direitos Humanos do Zimbabwe, que abordou o tema: Proteção dos Direitos Humanos, caso do Zimbabwe