Nigga B, fala da sua Carreira e dos Projetos Futuros

Ontem dia 29 de Janeiro foi dia de aniversário do mano José o Próprio como esta assim identificado no seu perfil do Facebook, na verdade trata-se do Nigga B nome artístico do mano Natural de Cabinda,e morador hojé no Hoji-Ya-Henda, isto é na Cuca no Municipio mais Populoso de Luanda Cazenga, onde fui ao encontro do Nigga para saber da sua Carreira e dos seus projetos futuros do Nigga que esta a estudar na Visinha República da Namíbia.
Nigga B, canta a já mais de 9 anos, e com certeza ele é também fruto do então programa que foi extinto o Big Show Cidade da Rádio Luanda, que através das oportunidades de Freestyle que o mesmo proporcionava, permitiu com que o mano podece continuar a cantar e a fazer o Hip Hop, Nigga B é assim da mesma Leva do Boy G entre outros, somente para sitar por serem amigos e da mesma Banda ou seja no mesmo Bairro e Municipio.
Esta entrevista foi feita em 2 lugares, na Rua do Nigga B e nos Estudios Por Detraz Daz Koizaz liderado pelo mano Gangster Pick do Grupo já extinto Consciência Activa, o local é pacaramba humilde e tem penso as condições de um Home Studio e eu gostei do local, mas voltando a falar do mano Nigga B que esta já a preparar o seu single que ainda não tem data para a sua colocação no mercado Angolano.
O artista pensa contar com as participações do Boy G, MCK,Pai Ghrande o Poeta entre outros que esta a contactar, visto que o Nigga faz música de intervenção social o tal chamado Underground, baseando-se na sua vivencia na sua comunidade e outras, como também trager a tona a muitas situações socio-politico, cultural e econômico do País, sendo esta uma das formas para contribuir para o bem do País que o viu nascer.
By: Simão Hossi
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Encerramento do Festival Conexão Hip Hop Moçambique

Na reta final o Festival Conexão Hip Hop Moçambique, se alinha como  importante iniciativa de produtores culturais e protagonistas do  Hip Hop Moçambicano, reuniu iniciativas educativas e artísticas.

Grande Espetáculo

Grande Espetáculo

O Festival  valoriza os cinco elementos do Hip Hop na Praça dos Trabalhadores, Maputo, Moçambique com grande espetáculo e confraternização com grandes nomes da cena local e convidados:

Programação

11:00h
Timbone Ta Jah
Mentor
Naúm
Terceiro Bloco dos Incultos
Classe Neutra
Leybnis
Trigga
Elfas on the mic
Tira Teimas
Kapacetes Azuis
Almas Habitantes
Magic Sounds
Black Force
Real Vice
Sick Brain

15:30h
Micro 2
Trio Fam + Gina
Rainha da Sucata
Shakal
Simba
Xitiku ni mbawula

18:30
Jazzie P
Duas caras
Surpresa
Iveth
Fim

    Iveth Marlene Cidadã e Cantora Moçambicana e Simão Pascoal Hossi Cidadão e Activista Angolano

Iveth Marlene Cidadã e Cantora Moçambicana e Simão Pascoal Hossi Cidadão e Activista Angolano

Iveth Marlene, Cidadã e Cantora Moçambicana; e Simão Pascoal Hossi, Cidadão e Activista Angolano. Ambos são colaboradores da rede cultural e educativa – Interconexões Humanas

+ 1 dos Nossos Jingles

Festival Conexão Hip Hop Moçambique

Contagem regressiva, hoje teve início de uma importante proposta construída pelos parceir@s ativist@s da cultura hip hop e manifestações populares de Moçambique, o Festival Conexão Hip Hop Moçambique. O Festival trás em sua diversificada programação momentos de formação e espetáculo. O nosso correspondente e colaborador do Projeto Interconexões Humanas DingZwayu socializa um pouco da proposta:

” Tera lugar, entre os dias 1 e 10 de Março do corrente ano, o Festival Conexao Hip-Hop. A ter lugar na Cidade de Maputo – Mocambique, este evento, por sinal o primeiro do genero no pais, visa trazer uma reflexao sobre temas ligados a prevencao e Combate ao HIV e SIDA, assim como a questoes relacionados com os direitosa da mulher. Este Festival alberga diferentes actividades tais como Oficina de Graffitti, de MC, de Rima, de Break e muito mais. O Festival ira terminar com um grande concerto ao ar livre onde se farao em palco artistas como Xitiku Ni Mbawula Shackal, Duas Caras, Iveth, assim como convidados estrangeiros como MV Bill e Nega Giza. O evento conta com a coordenacao de Miguel Prista, Helder Leonel, Gabriel Lima Verde e Mais”.

Programação_Festival Conexão Hip Hop Moçambique

Programação_Festival Conexão Hip Hop Moçambique

Saiba mais sobre o evento: http://www.conexaohiphopmz.blogspot.com/

Aproveitamos esse momento de produção articulada para socializarmos registro referente ao intercâmbio dinamizado pelo projeto Interconexões Humanas em 2010. Estamos juntos para realinharmos as nossas propostas e ações.

Hip Hop Time – “Empoderamento de Redes Sociais para o Monitoramento de Políticas Públicas”


Potencializar o intercâmbio e protagonismos da rede social em construção entre Maputo e São Paulo. Demonstrar o hibridismo do Áudio-Visual a partir da dinâmica, leitura e reflexão do Hip-Hop e do processo de sua produção no espaço urbano. Ampliar a percepção musical e visual, da imagem e som, da poesia sonora das ruas como canal de percepção das contradições na sociedade, sendo via de minimizar conflitos e buscar caminhos e novas propostas para a juventude trabalhadora em detrimento das adversidades históricas desencadeadas na contemporaneidade.

Audio Reflexão Hip Hop Time / Intercâmbio – DJ EmTranseGente


Apresentar e trocar pesquisa de áudio e imagens de grupos musicais do gênero RAP e de elementos da cultura hip-hop como a Dança de Rua, o Graffiti e o DJ que produzem em suas linguagens e ações fortalecidas de uma postura de resistência e combate aos conflitos e as desigualdades que geralmente estão envolvidos em suas realidades. Portanto o trabalho será interventivo a partir da música e da imagem, e reflexivo em exemplos concretos a partir da perspectiva de demonstrar ações e atividades que confrontam com a violação de alguns direitos como acesso a educação, arte, lazer, conquista do seu território e direito a cidade.

Spots experimentais do projeto Interconexões Humanas – Conexões em 2008

Visita da Delegação Angolana - Gabinete Técnico de Reconversão Urbana do Cazenga e Sambizanza

Visita da Delegação Angolana - Gabinete Técnico de Reconversão Urbana do Cazenga e Sambizanza

Visita da Delegação Angolana – Gabinete Técnico de Reconversão Urbana do Cazenga e Sambizanza Dra. Luzia Lopes Irene Almacha Cassange Claudia Chimuco Objetivo da Visita: Conhecer a experiência da CDHU nos projetos habitacionais com remoção da população. O Projeto Com Com intermediou esse encontro.

Voluntariado, Campanha de recolha de Donativos da RNA

Arrumando os casos dos Cidadãos que faziam as suas doações na Radio Nacional de Angola

Premiação do Clássico HipHop 2010

Clássico HipHop Time é iniciativa a partir do programa radiofônico direcionado à cultura hiphop. Existe há 15 anos e foi responsável pela estréia tanto musical como em jeito de freestyle de vários artistas hoje da grande media em Moçambique. Segundo Helder Leonel, sonoplasta e apresentador: “Inicialmente o programa com uma hora passou pouco tempo depois para duas horas e dura há 15 anos”. Leonel é tambem MC e activista hiphop. O programa abrange vários sectores do hiphop principalmente na capital Maputo, prioriza o rap nacional e se caracteriza por conscientizar a juventude sobre a verdade do hiphop e os valores da vida.

Helder Leonel a.k.a. FaceOculta. Foto de Zito Billa, Arte de Alexandre Corazza

Na recente premiação do Clássico HipHop 2010 postaremos impressões de companheiros que vivem diretamente essa proposta de modo parceiro e colaborativo.

André Gustavo a.k.a. EmTranseGente. Foto de Helder Leonel

Representante da rede Interconexões Humanas e DJEmTranseGente teve Participação no Programa Recorte do Dia (Entrevista e Chamada para o Programa Hip Hop Time). Participação e Performance Musical e Diálogos “Empoderamento de Redes Sociais para o Monitoramento de Políticas Públicas”: Interconexões Humanas, Rede Da Quebrada pra Estrada e Harmônicas Batalhas – Programa HipHop Time – Rádio Cidade/Moçambique. EmTranse aponta o programa e a premiação iniciativas essenciais, mais um canal de diálogo da cultura, seus protagonistas e a sociedade. Coverssando pelo chat do FaceBook, Haydn Joyce (Joe) socializou um pouco do seu olhar sobre a premiação.

Haydn Joyce e Jornalista da STV

 

Salve mano quem foram os ganhadores dos Clássicos HHT 2010, e ae tdo bem?!

(Joe): ” Azagaia, melhor mc, artista popular

Iveth, melhor rapper feminino

Rage, melhor rapper masculino

Xitikuh Nimbaula, melhor urbano tradicional

El Puto, melhor produtor

Sociedad3 Anonima, melhor undergound

E eu axei todo justo todos mereciam “

Bacana eu posso publicar no blog a tua posição diante desses resultados?

(Joe): ” Claro que sim, digo mais estavamos diantes de rappers/grupos k trabalharam muito durante esses 5 anos em que hhtime preparou essa festa. Dae qualker um k ganhasse esse premio era um justo merecedorcana…”.

Talvez eu seja suspeito de classificar, mas ainda assim digo, todos os vencedores do Hip Hop Time Awards foram justos merecedores, alias, qualquer outro vencedor também era justo”

Haydn Joyce de (Joe)

 

S’Gee e Dingzwayu do Coletivo Xitiku Ni Mbaula – Foto de Zito Bila

* Parabéns aos manos que levam a tradição da cultura oral dos seus antepassados para o RAP e toda musica mundial, diretamente das comunidade de Patrice Lumumba e de Singathela. Estamu Juntos!!

Irmandade – “3 de Fevereiro, Dia dos Heróis Nacionais” – Heróis Moçambicanos.

Que seria de Moçambique se Samora Machel ainda fosse vivo??? Eu não sei, só sei que Ele foi uma das maiores perdas que Moçambique já teve. Celebremos o 3 DE FEVEREIRO não só pelos Heróis Nacionais que já pereceram, mas também, e principalmente, pelos Heróis Nacionais que ainda vivem os dias difíceis de hoje, o POVO!” Haydn Joyce


Momento adequado para darmos continuidade a proposta socializada por nossos parceiros e irmãos moçambicanos , a partir da organização encabeçada pelo escritor, poeta e fotógrafo Zito Bila. Bila indica para conhecermos melhor um pouco da cultura moçambicana das suas inúmeras histórias e complexidade de um povo que com o trabalho forçado e resistente, hábitos e costumes, tem papel formador para a tão heterogênea e miscigenada identidade cultural brasileira, não nos balizando somente no padrão da língua do colonizador usurpador das nossas riquezas naturais, não nos retirou as vossas sabedoria, memória e representação historicamente constituída e que nos faz continuar. Saudações a tod@s manifestações postadas nas redes sociais qual somos interligados nos consegue a abrir alguns leques e cenários sobre as próximas e distanciadas realidades consumadas.

Zito Bila e Helder Leonel


Livros : Sugestões de leitura

No âmbito da última Interconecção on line do dia 27 de Novembro de 2010, entre Maputo, Luanda e São Paulo, promovido pelo IVOZ e realizado no CCJ de São Paulo, deixei algumas sugestões de leitura para todos os interessados, mas especialmente, para criadores de conteúdo, dentre escritores, compositores e MC’s do movimento Hip-Hop. Naturalmente, as sugestões que faço, visam principalmente os MC’s moçambicanos, que, na minha óptica, revelam ainda algum deficit no alcance e abrangência dos conteúdos que criam, ou melhor, podiam escrever mais e muito melhor se adoptassem o hábito de leitura.

Temos gente muito talentosa e atenta à realidade nacional e internacional actual, que escreve letras e compõe músicas com conteúdo educativo e crítico. No entanto também é verdade que alguns aspectos e assuntos passam despercebidos à muitos fazedores de cultura em geral, e músicos em particular.

Ora, para mim, este facto, limitante nos assuntos que os agentes culturais colocam em seus trabalhos, deriva principalmente de não se ter um hábito de leitura enraizado nas novas gerações de músicos. No tocante ao Hip-Hop Underground, as vivências e vicissitudes do dia a dia de um rapper, são o principal mote das letras que este escreve. Os Rappers têm demostrado estarem conscientes e atentos a realidade sócio-económica actual, tanto nacional quanto global. Costuma-se dizer ‘’um Nigga tá bem informado’’, com as óbvias limitações que a velha máxima ‘’ninguém sabe tudo’’ nos possa trazer.

Digo isto porque em matéria de informação, ainda muitos rapazes não investigam e/ou não sabem sobre suas própias raízes, sua árvore genealógica, seus parentes distantes, sobre a cultura da região de onde é ‘’originária’’ sua família; sobre a história de África em geral, e de Moçambique em particular. Noto também muita falta de informação sobre a Lei Mocambicana, desde o livro-mór, isto é, a Constituição da República (garante dos deveres e direitos de um cidadão) até aos regulamentos sobre direitos autorais e direitos conexos, e direitos de propriedade intelectual, que são uma protecção adicional para criadores de conteúdo.

Eduardo Mondlane

Falemos então da nossa história. Decerto o nome Eduardo Chivambo Mondlane (1920-1969) diz algo ao leitor, mas o pensamento, os ideais, a obra, continuam ou incompreendidas ou desconhecidas por muitos, daí que sugiro o seu livro intitulado ‘’Lutar por Moçambique’’, numa abordagem independentista e de construcao de uma nova nação. Sobre esta obra só posso dizer LEIAM POR FAVOR, ensina muito e esclarece sobre que Moçambique Mondlane desejava. Contrariamente ao que a maioria pensa, Mondlane, educado ainda muito novo de acordo com os dítames de um Cristianismo Presbiteriano (na Missão Suiça) e na Escola Metodista Americana de Agricultura (onde também serviu como professor) em Moçambique, e posteriormente nos Estados Unidos da América, na idade adulta, onde formou-se em Sociologia pela Universidade Northwestern de Illinois e doutorou-se em Antropologia pelaUniversidade de Harvard, revela-se mais um pensador de centro-direita (do tipo Social-Democrata e Cristão) do que de esquerda (Socialista Marxista –Leninista) como o eram alguns de seus colegas fundadores da FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique). OBRIGATÓRIO!

A Constituicao da Republica de Moçambique

Sugiro, no contexto legal, que se leia e se adquira ,se possível, A Constituição da República de Moçambique, que é de fácil leitura e compreensão. Do quarto parágrafo do seu preâmbulo extraio e cito: ‘’A presente Constituição reafirma, desenvolve e aprofunda os princípios fundamentais do Estado Maçambicano, consagra o carácter soberano do Estado de Direito Democrático, baseado no pluralismo de expressão, organização partidária e no respeito e garantia dos direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos.’’. Leia-se!

Kwame Nkkrumah Osagyef

Seminarista, Teólogo, e posteriormente Doutorado em Ciências da Educação pela Universidasde da Pensilvânia nos E.U.A., Nkrumah é inflienciado por Marcus Garvey, Karl Marx e Vladimir I.U. Lenine. Sua fonte de inpiração é a grandiosa nação Etíope e sua secular luta para manter independência, dai que tanto a Costa do Ouro (Gana), como muitos outros territórios africanos que a posteriori se tornam independentes adoptam o verde, amarelo e vermelho, cores da bandeira da Etiópia.

Neocolonialismo – O Último Estágio do Capitalismo

De Nkrumah leia-se ‘’Neocolonialismo: A Última Etapa do Imperialismo’’ (ou a edição em inglês: ‘’Neocolonialism: The Last Stage of Imperialism’’, que é a qual tive acesso). Muito elucidativo e actual, apesar de ter sido escrito em 1965, pois aborda esta nova onda de ‘’colonização financeira’’ que se assiste em África por parte dos mesmos países e consórcios que um dia colonizaram e expploraram grande parte do continente africano, tudo escrito em forma de previsão do que já está a acontecer actualmente. Obrigatório para esclarecer e perceber o business in Africa, seus donos, seus métodos, e a dependência que geram.Traduzo e cito uma passagem da Introducao do mesmo livro: ‘’A essência do neocolonialismo é que o Estado que a ele é sujeito, é independente apenas teoricamente, e ainda que goze de todas as garantias de soberania à nivel internacional, na realidade a política as políticas são ditadas do exterior.’’

Susan George

À nivel das acções da sociedade civil ‘’mundial’’, destaco a activista e Cientista Política Norte-Americana Susan George, membro e Presidente da mesa de assembleia do Instituto Transnacional (TNI) de Amesterdão, que dentre outras causas, dedica-se ao estudo do impacto das políticas do capitalismo liberal na economia e agricultura dos países do chamado ‘’terceiro mundo’’. Crítica acérrima dos modelos de desenvolvimento impostos pelas instituições de ‘’Bretton-Woods’’, nomeadamente pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial (ou Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD). No seu livro ‘’How the Other Half Dies’’ (‘’Como a Outra Metade Morre’’ – a tradução é minha) ela explana as razões da existência de tanta fome num mundo de 6 mil milhões de habitantes, que gera alimento e riqueza suficiente para sustentar 18 mil milhões de pessoas. Note-se que metade (1/2) de toda terra arável do mundo está nas mãos de 5 porcento (1/20) da população, ou seja, magnatas, consórcios e conglomerados do agri-business.

Paulina Chiziane

Por último, mas não por menos, sugiro aquela que considero, a ‘’mais’’ moçambicana das escritoras. Falo de Paulina Chiziane, que discorre muitas vezes sobre temas actuais da vida da maioria dos moçambicanos, tais como a poligamia, os ritos de iniciação, o curandeirismo, as práticas mágico-religiosas (bruxaria), os mitos e os tabús de uma ‘’moçambicanidade’’ cada vez mais globalizada. O livro ‘’ O Sêtimo Juramento’’ é uma viagem ao imaginário sobre a invocação dos espíritos e os supostos usos que se dá às almas vagueantes, desde a protecção pesssoal até ao ataque à ‘’inimigos’’ com recurso a feitiços. É uma obra de ficção que melhor espelha a realidade das gentes africanas, seus costumes, suas crenças, as quais levaram consigo para as Américas no auge do comércio esclavagista, e que até hoje são uma realidade de seus descendentes no Brasil, e mais expressivamente na Bahia, onde existe uma grande concentração de ‘’Afro-brasileiros’’.

AS OBRAS

MONDLANE, Eduardo, Lutar por Moçambique, Lisboa ,Sá da Costa – Edições Terceiro Mundo,1975 (1995)

Contitução da República, Maputo, Inprensa Nacional de Moçambique, 2004

NKRUMAH, Kwame, Neocolonialism: the Last Stage of Imperialism, London, Panaf books, 1971

GEORGE, Susan, How the Other Half Dies: the Real Reasons for World Hunger, New York, Pelican Books, 1976 (2010)

CHIZIANE, Paulina, O Sétimo Juramento, Lisboa, Editorial Caminho, 2000




iVoz no International Visitors

O associado do iVoz e responsável pela rede angolana do projeto InterConexões Humanas, Simão Hossi, foi selecionado pelo governo dos EUA para viajar e participar de um encontro de jovens lideranças mundiais para capacitação no programa “International Visitors” que neste ano abordará o tema Voluntariado: Unidos Servimos.

Após processo de seleção em Angola, no dia 01 de abril o embaixador americano em Luanda Dan Mozena, solicitou visita oficial em que discutiram política, desenvolvimento social e efetivou o convite para a participação no programa.

Durante a visita aos EUA, nosso companheiro Simão Hossi viajará a Washington DC, Indianápolis, Nova York e São Francisco para uma série de capacitações e visitas a centros de referência do voluntariado em que haverá o compartilhamento das experiências americanas em envolver diversos setores da sociedade com a finalidade de gerar mudança social.

Como se sabe, os EUA são referência mundial em voluntariado e este programa propicia a oportunidade de apresentações da história deste desenvolvimento, arranjos organizacionais que propiciam o envolvimento do setor público, privado e da sociedade civil na realização de ações de intervenção comunitária e responsabilidade social.

Esta iniciativa premia o trabalho de Simão Hossi em sua atuação ligada a Gênero e Violência contra a Mulher e amplia seus horizontes através da capacitação recebida e de sua inserção em novas redes com abrangência global.

Após seu período de intercâmbio em São Paulo as fronteiras se expandiram para nosso companheiro e o mundo parece cada vez menor frente a sua vontade de aprimorar suas habilidades de líderença social, que tem grande influência em sua família de brasileiros do iVoz.